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www.duelodeescritores.com 22 janeiro, 2010

Posted by Fábio Ricardo in Uncategorized.
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Se você já acessava o Duelo de Escritores através do endereço oficial, que é www.duelodeescritores.com tudo continua igual.

Agora, se você acessava o Duelo por aqui, no wordpress.com, atualize-se!

O Duelo já se atualizou. Agora compramos um servidor próprio para o nosso domínio .com e estamos neste endereço, que é o oficial.

Então para quem quiser acompanhar o Duelo de Escritores, basta atualizar-se e entrar sempre pelo site www.duelodeescritores.com

Férias do Duelo 11 dezembro, 2009

Posted by Rodrigo Oliveira in Uncategorized.
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O Duelo de Escritores faz uma pausinha para as férias e retorna, no dia 11 de janeiro, com um novo tema proposto pela Marina, vencedora da última e disputa rodada deste ano.

Boas festas a todos os leitores e nos encontramos novamente em janeiro. Quem assinar nosso RSS vai receber um recadinho avisando do retorno :) Até 2010!

Clichê. 6 dezembro, 2009

Posted by Marcelo Labes in Uncategorized.
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Primeiro ficou perplexo. Andava assustado pela casa, triste como cão sem dono. Ou melhor: como cão abandonado pelo dono. Dava pena vê-lo no sofá, a TV ligada, olhando para dentro de si.

Depois deu pra beber. Até de manhãzinha. Aquele bar imundo cheio de tristes como ele. Uma desgraça! Sentava na mesinha, no balcão, no meio-fio e bebia com sede. Sede de vingança.

Deixou de dormir, de comer, de falar. Largou o emprego e foi morar num 2 x 2 emprestado por alguém da família. Deixou de sair de casa e de abrir a porta. Morreu.

Filha dele que me disse: “Viu o que aconteceu com o pai?” e eu respondi que sim com a cabeça, e ela continuou: “Sabe o que realmente aconteceu? Ele queria era ter descarregado o revólver na cabeça da mãe, aquela puta!”

E enquanto eu imaginava que sempre nos vingamos mais em nós do que nos outros, pensei na Beatriz, na puta que era, o Rogério sabendo que ela andava saindo com todo mundo, eu pensando nas coxas grossas da Beatriz.

“Mas ela é tua mãe, pequena. Não esquece nunca disso”.

Conto de príncipe 26 novembro, 2009

Posted by Marina Melz in Uncategorized.
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Ele tinha cara de príncipe. Loiro, cabelos caindo pelo olho, postura, poesia. Na verdade era sapo: nojento, asqueroso e frio. Muitas o beijaram. Na língua, dava pra sentir o amargor, que destruia o amar.

Posfácio

Dizia ter o coração fechado: (simu)lacre.

 

Cara nova e gente nova 30 outubro, 2009

Posted by Fábio Ricardo in Uncategorized.
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Se você está lendo este post, parabéns! Você acaba de descobrir a nova cara do Duelo de Escritores. Agora estamos hospedados no WordPress, então aquele link do blogspot.com não funciona mais. Mas o que interessa é que o http://www.duelodeescritores.com continua sendo o link oficial.

Se você está acompanhando a mudança e os preparativos para o Ano 3 do Duelo de Escritores já sabe que tem carne fresca no pedaço. Se você ainda não sabia, vai se informar agora:

Com a saída de Félix Rosumek e Thiago Floriano, fomos atrás de dois novos duelistas para manter o projeto em boas mãos: Rafael Waltrick e Marcelo Labes. Entre os critérios de escolha estiveram, além da óbvia qualidade de escrita, o gosto por experimentações, a diversidade de assuntos abordados e até mesmo a proximidade com os integrantes. Tudo isso para facilitar as reuniões pessoais, os encontros e os chacoalhões de tempos em tempos.

Um pouquinho sobre os novos Duelistas:

Rafael Waltick

Lageano, 24 anos. Jornalista por formação, escritor por insistência. Sonha em se livrar das amarras do jornalismo diário para se dedicar integralmente à literatura, se possível, antes de chegar aos 50 anos. Começou a escrever o primeiro romance aos 12 anos, que está jogado pela metade em alguma gaveta escura. Entusiasta dos contos, tem como referência autores como Edgar Allan Poe, Rubem Fonseca, Kafka e Stephen King. Seu maior patrimônio é a coleção de livros e dvds, que lhe toma boa parte do tempo e do salário de repórter.

Marcelo Labes

Marcelo Labes tem 25 anos, cursa Letras há sete; confia mais na Literatura do que na Academia. Prefere ler a escrever. Autor de Falações (Edifurb, 2008), livro de poemas de mau-gosto, preza pela insensatez. Crê que o ofício da escrita é um equívoco que deveria ser evitado se se conseguisse.

Damos as boas vindas aos novos competidores e avisamos a todos: no dia 1 de novembro, aniversário de 2 anos do Duelo de Escritores, recomeça a batalha! Rodrigo Oliveira posta o novo tema e os novos duelistas já entram na roda junto com os três antigos, como vinha sendo feito há dois anos.

Até lá!

Comunicado aos leitores 21 outubro, 2009

Posted by Fábio Ricardo in Uncategorized.
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Leitores e amigos, temos um comunicado importante a fazer a todos que acompanham o Duelo de Escritores. No dia 1º de novembro, o Duelo de Escritores completa 2 anos de existência, com grande produção literária e experimentações das mais diversas formas. Nestes dois anos, as regras passaram por melhorias, todos aprendemos muito com nossos escritos e o Duelo evoluiu como um todo.

Agora, o Duelo de Escritores passa por sua maior transformação desde sua fundação. Os duelistas Félix Rosumek e Thiago Floriano se desligam da equipe inicial do projeto. A decisão foi tomada por eles, que vinham tendo dificuldades em conciliar vida profissional e o cronograma puxado de produção do site. Queremos agradecer por todo o tempo em que escrevemos juntos e nos divertimos, lembrando que sempre serão parte importante da história do projeto.

Mudanças

Por isso, esta rodada não terá competição aqui no Duelo. Ela será utilizada para aplicarmos as mudanças que se fazem necessárias para mantermos o projeto afiado mesmo com a saída dos dois integrantes. No dia 1º de novembro, data em que comemora 2 anos, o Duelo de Escritores volta com tudo, já apresentando ao público os dois novos Duelistas que passam a fazer parte do projeto.

Outra mudança é a de servidor. O Duelo deixa o Blogger (endereço blogspot.com) para ser hospedado no WordPress, servidor mais prático e confiável. Para quem acessa o site pelo endereço http://www.duelodeescritores.com não muda nada, ele continua valendo. A outra opção é digitando o endereço completo: http://www.duelodeescritores.wordpress.com.

Durante a semana, apresentaremos os novos integrantes e migraremos todo o site para o novo servidor. Fiquem ligados, boas leituras e continuem votando!

Recado 21 outubro, 2009

Posted by Fábio Ricardo in rodrigo oliveira, Uncategorized.
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Aos leitores, duelistas e amigos,

O Duelo de Escritores se aproxima de seu aniversário de dois anos. Ao final desta segunda etapa teremos mudanças por aqui. O Fábio ou a Marina em breve postarão mais detalhes a respeito. Por hora, adianto que as novidades virão na rodada comemorativa. Para preparar a casa, estamos estendendo esta rodada. (Na verdade uma microfolga de uma rodada). Portanto, o novo tema será postado apenas no dia 1° de Novembro.

Antes disso, no entanto, já postaremos mais novidades. Fiquem ligados. (ou assinem o RSS 🙂 )

Bodas de papel 1 novembro, 2008

Posted by Fábio Ricardo in Uncategorized.
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O vendedor viu o homem entrando na loja e saiu voando para atendê-lo. Enquanto o cliente olhava a vitrine de jóias, o vendedor pousou suavemente ao seu lado.

– Posso ajudar?

– Procuro por um colar relicário. Vocês têm?

– Temos sim. Me acompanhe, por favor. É para presente?

– Sim, é o meu primeiro aniversário de casamento. Sou novo nessas coisas de presentes. Penso que se escolher algo que não esteja à altura da afeição que tenho pela minha esposa, ela ficará menos feliz do que desejo. E não existe ninguém no mundo que eu queira agradar mais.

– O senhor é romântico e parece gostar muito da sua esposa. Como ela se chama?

– Valéria.

– Então me conte como vocês se conheceram enquanto escolhemos o melhor relicário.

– Só se eu resumir, ok? Pois é uma longa história. Eu sou apaixonado por ela desde o colegial. Nós estudamos juntos durante três anos e eu sempre gostei dela, mas não tinha coragem de contar. Eu era o esquisito da turma, sabe? Caladão e sem jeito com as mulheres. E a Valéria era a garota mais badalada, não só da sala, mas do colégio. Era extrovertida e gostava de organizar festas. Ela era radiante! Só quem a conhece para saber o verdadeiro significado da palavra beleza. Eu, contudo, como você está vendo, nunca fui grande coisa, e por isso vivia em casa, na frente do computador.

– Entendi, vocês eram de tribos diferentes. Mas como ela se interessou pelo senhor?

– Bem, eu sempre fui um cara que aprecia muito a leitura. Você gosta de ler?

– Er… um pouco, só não leio mais por falta de tempo. O último livro que li foi O Segredo.

– Então vou contar outro segredo: quem lê muito e considera a leitura um prazer, como eu, não fica muito tempo sem virar escritor. É inevitável, uma coisa puxa a outra. Primeiro, comecei escrevendo contos e poemas em blogues da internet. Depois fiz resenhas de livros e crônicas nos jornais da minha cidade. Participei até de Duelos de Escritores, acredita? E isso me ajudou bastante. À medida que fui entendendo e aplicando as técnicas de escrita que aprendia, os meus textos melhoraram e granjeei leitores assíduos. Em pouco tempo o pseudônimo, ou apelido, com o qual assinava os textos ficou bastante conhecido. Porém, escrever me isolava dos outros. Vivia trancado no quarto, publicando textos e trocando emails. O mais próximo que eu conhecia como namorada era o email girlXX@camanducaia.com! Eu também não freqüentava festas e não tinha contato extra-classe com os colegas. Mas eu era feliz, e ingênuo, na minha solidão, até o dia em que vi a Valéria. Ela me coloriu a minha vida. Se fosse possível a sensualidade e a pureza habitarem juntas o mesmo ser, seria nela. Valéria passou a ser a musa dos meus poemas de amor e de sofrimento, porque naquela época, ela estava namorando.

– Parece que você tinha um problemão.

– Sim. E eu morria sempre que o namorado ia buscá-la no fim da aula. Cada beijo que eles trocavam era um elefante pisando em meu coração. Mas ele não valorizava a jóia rara que tinha. Certo dia, ouvi que eles haviam terminado. O cafajeste a traíra com outra. Era a chance que eu precisava. Mas como conquistar alguém que eu sentia falta de ar só de pensar, quanto mais chegar perto, conversar, convidar para sair? Foi quando resolvi usar as minhas armas: eu decidi escrever.

– Já sei, o senhor escreveu uma carta romântica.

– Claro que não, eu não era tão audacioso. Até pensei nisso, mas temia a reação dela. Se ela não gostasse da minha atitude ou me interpretasse mal, poderia usar o que eu escrevi contra mim. Por isso, eu precisava que outros a influenciassem a gostar de mim. Então, escrevi um livro para ela.

– Um livro? Como assim?

– Eu escrevia capítulo por capítulo, todos dedicados a Valéria. Publiquei eles em um blogue usando o meu pseudônimo e, sem ninguém me ver, espalhei cópias nos murais do colégio, revelando que haveriam continuações no blogue. A personagem principal da trama se chamava Valéria e o narrador anônimo era apaixonado por ela.

– Que legal! E como a Valéria reagiu?

– Eu não percebi de imediato porque a história virou febre. Todos no colégio queriam saber quem era o admirador secreto. Os colegas comentavam tanto o texto que os professores passaram a usá-lo nas aulas. Valéria parecia indiferente no início, mas à medida que observava a reação dos colegas, dos professores, das amigas dela, notei que começou a gostar da brincadeira. O meu plano estava funcionando. O olhar dela passou a buscar quem a observava. Tive de tomar cuidado, e ela me pegou duas vezes olhando para ela. A minha sorte foi que todos olhavam para ela. Contudo, o problema começou quando um dos professores espalhou a notícia pela internet que a ficção acontecia paralela à vida real, com cidade, colégio e musa de verdade. Os fãs dos meus textos enlouqueceram. Alguns tentavam antes, em vão, descobrir a minha identidade, mas agora surgia uma pista concreta. Assim, proliferaram as teorias sobre a identidade do escritor. Revistas publicaram matérias como “Jovem Escritor Anônimo se Declara em Livro” e “O Romantismo Anônimo da Vida Real”. Jornais, rádio e televisão entrevistavam Valéria, colegas, professores e escritores locais. Não faltou quem quisesse aparecer. As amigas de Valéria viraram correspondentes de blogues de fuxicos e literatura. Os capítulos que eu escrevia passaram a ser publicados em outras mídias e mais pessoas passaram a acompanhar a história. Mas isso era algo que eu não tinha previsto.

– Toda essa atenção te atrapalhou?

– Um pouco. Mas eu estava entusiasmado com a reação da Valéria. Ela tornou-se popular em toda a cidade. Aparecia em jornais e na tevê. Faltava aulas para dar entrevistas. Em uma que lembro, ela disse que desejava conhecer o autor da homenagem para agradecê-lo por tamanha admiração. Logo depois, choveram engraçadinhos, até de outros estados, confessando serem o escritor, mas foi imposto que deveriam provar se revelando no blogue do livro. Nem preciso dizer que falharam.

– E foi difícil escrever o livro?

– Eu tinha uma idéia quando comecei a escrevê-lo, mas enquanto as histórias real e fictícia avançavam e se entrelaçavam, tive que alterar algumas vezes o que tinha imaginado. Mas o livro ficou mais próximo da realidade. E eu pude declarar tudo o que sentia por Valéria, suspiro por suspiro. Filosofei sobre a vida, o amor e a solidão. Dediquei-lhe uma música, um poema e uma estrela. Enfim, fiz tudo o que pude, joguei com todas as cartas. A seqüência dos capítulos durou dois meses, até chegar a parte final. Valéria já tinha desconfiado de quase todos os rapazes do colégio. E eu precisava me revelar e não sabia como. Por isso, no penúltimo capítulo resolvi propor um concurso de escrita, em que todos os rapazes poderiam escrever finais para a história. Seria o duelo final em que o melhor cavalheiro conquistaria o coração da donzela. O diretor gostou da idéia e, patrocinado por jornais e empresários locais, promoveu o Primeiro Concurso de Escrita do colégio. Os concorrentes poderiam escrever sobre qualquer coisa, mas os que escrevessem sobre o último capítulo do romance concorreriam na categoria principal. Foram convidados professores e escritores de renome para serem os jurados. Eles analisariam não só o melhor final, mas o mais harmonioso com o livro.

– É claro que o senhor ganhou, não é?

– Não, eu não me inscrevi.

– Como não? Não era o que o senhor queria?

– No começo sim, mas depois de sugerir o concurso, refleti mais. As coisas estavam fora de controle. Eu não queria ganhar um concurso, ser famoso, dar entrevistas. Eu queria a Valéria. Mas precisava acabar com o que havia começado. No dia do resultado do concurso, o ginásio municipal estava cheio de repórteres, celebridades locais e populares. Fãs do escritor anônimo vieram de todas as partes. Era uma oportunidade única para ver e ser visto, mas eu me encontrava sentado sozinho, próximo à saída de emergência, quando, sem perceber, ouvi um oi do meu lado. Quase caí quando vi que era Valéria. Respondi engasgado, tentando disfarçar, e se ela percebeu o meu nervosismo, eu não percebi.

“Você se inscreveu no concurso?” – ela perguntou, com os olhos brilhantes fixos nos meus.

“Não”, respondi, com o coração batendo mais alto que a minha voz.

“E por quê não? Você não gostaria de ser um dos meus pretendentes?”

“Gostaria, mas não deste jeito, com todos esses holofortes.”

“E o que você faria, ao invés disso tudo? Lembre que você teria um adversário forte o suficiente para escrever o final de um livro dedicado à mim, em um concurso amplamente divulgado.”

“Eu nunca poderia escrever um final sem saber como a história termina. Eu não poderia, por exemplo, dizer que a mocinha se apaixonou pelo mocinho, que eles viveram felizes para sempre, quando não sei nem se ele a conquistou. Por isso não me inscrevi. Eu estou cansado desse barulho todo e só quero ver como esta história vai terminar. Por mim, eu simplesmente levaria flores até a sua casa, junto com um poema, para só você ler, e depois te convidaria para sair.”

“Eu poderia dar algumas sugestões para o seu final, se você fosse escrevê-lo.”

“Sugestões? Como assim?”

“Por exemplo, você poderia escrever que a mocinha, de início, achava aquela história toda muito estranha, mas com o tempo, ela passou a gostar do admirador secreto. Ele conseguiu, usando as palavras que saíam do coração tocar a alma dela. Mas essa mocinha tinha um problema, o seu admirador permanecia secreto. Então, ela discretamente pediu ajuda aos fãs do escritor e aos professores do colégio, que se comoveram do sofrimento da mocinha apaixonada, e juntos elaboraram a lista dos candidatos mais prováveis. Analisaram perfis e provas de redação arquivadas na secretaria. Um a um, os candidatos foram descartados até sobrarem três ou quatro. Destes, só um era da sala da mocinha. Agora estava mais fácil, mas ela precisava ter certeza. Então, pediu ao diretor do colégio o histórico do tal aluno, o seu endereço e telefone. O diretor concedeu e foi gentil abonando as faltas dela quando ela foi à casa do aluno no horário de aula. A mãe do aluno, que já desconfiava do filho, porque mãe sempre sabe das coisas, foi calorosa com a mocinha. Conversou muito com ela e pode-se dizer que tornaram-se amigas. Ela deixou que a mocinha entrasse no quarto do filho, mexesse no computador dele e levasse alguns rascunhos retirados dos blocos de anotações. Essa mocinha, depois de convencida da identidade do seu admirador, resolveu deixar de ser apenas uma personagem para ser co-autora. Por isso, ela escreveu o final que ela queria para o livro, usando as anotações do amado, assinou o texto com o nome dele e inscreveu o texto no concurso.”

– Puxa vida! – disse o vendedor de jóias – que história! E como era o final escrito por ela?

– Eu poderia dizer que o texto dela ganhou o concurso. Que revelou o autor e foi publicado como um livro de sucesso. Mas o ponto mais importante para mim, é que o livro termina com o admirador não mais secreto indo à casa dela, levando flores e um poema e a convidando para sair. E a resposta dela ao convite, só ele ouviu, e continua ouvindo até hoje.

——
Jefferson Luiz Maleski, leitor de Anápolis (GO)

Votação 27 outubro, 2008

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Está aberta a votação para o tema “A missão”. Deixe seu voto nos comentários deste tópico até 30/10.

Mudanças no Duelo de Escritores 11 outubro, 2008

Posted by Fábio Ricardo in Uncategorized.
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O Duelo está se aproximando do seu primeiro aniversário, no próximo dia 1 de novembro. Nós queremos agradecer muito aos leitores que têm visitado e participado com votos e comentários do Duelo. A última rodada foi a com maior número de votos até o momento (naturalmente, não eram textos difíceis de ler…) e tivemos quase 2 mil acessos no mês que passou.

A participação dos leitores é uma das melhores partes do Duelo para nós e, por conta disso, estamos fazendo uma nova mudança no sistema de votação. Em vez do voto dos duelistas valer 2 pontos e dos leitores 1 ponto, todos os votos passarão a ter o mesmo peso a partir desta rodada. Cada voto do público vai, mais do que nunca, decidir o resultado final!

E vocês, têm alguma outra sugestão para nós? Alguma crítica? Acham que poderíamos mudar algo nos prazos, no esquema das rodadas, no Duelo em si? Deixem suas opiniões nos comentários deste tópico ou mandem para duelodeescritores@gmail.com, queremos ouvir o que vocês têm a dizer!